
Uma suposta onça jaguatirica espalha medo entre os moradores do Loteamento Batel, na região leste de Maringá. O temor é justificado: nos últimos dias, oito gatos e uma cadela foram mortos, todos com ferimentos no pescoço.
A suspeita de que a hipotética onça é a responsável pelas mortes é confirmada pela dona de casa Izabel Andrade dos Santos, 52 anos, a única que diz ter visto o animal.
Uma equipe do Corpo de Bombeiros esteve no local nesta terça-feira e, ao avaliar as características físicas de algumas vítimas, constatou que existe a possibilidade de se tratar de uma jaguatirica.
A desconfiança sobre a presença do felino começou na quinta-feira. Era cerca de 18h30 quando Izabel foi para o quintal da casa onde vive. Lá, ela se deparou com um animal diferente atacando o gato Pinininho, um de seus três animais de estimação.
Corajosa, ela não pensou duas vezes e pegou uma vassoura para tentar salvar o gato, mas o outro animal ameaçou atacá-la. Izabel correu para dentro de casa e Natasha, uma cadela, foi para o quintal socorrer Pinininho e acabou sendo morta também.
Quando alguém pergunta como é o animal, ela diz: “é maior que um gato, tem manchas marrom, pescoço peludo e o focinho é mais fino que o de um gato.”
Desde então, a vigilância é constante no bairro, por parte dos moradores. Muitos mantêm as portas das casas fechadas para evitar qualquer encontro inesperado com a jaguatirica.
Uma das exceções é o aposentado Antônio Galante, 67. Conhecido como seu Antônio, ele declara não ter medo de trombar com a onça pelo bairro.
“Homem é mais machão e não esquenta a cabeça. É a mulherada que tem medo.”
Contudo, ele revela que, se ficasse cara-a-cara com jaguatirica, correria o mais rápido possível.
Embora o assunto divirta alguns moradores, o encontro com o suposto animal pode ser perigoso. Por isso, alguns cuidados são necessários.
O 2º sargento Amílton Santana Lopes, do Corpo de Bombeiros, revela que esses animais costumam sair no período da noite para se alimentar. Por isso, é importante que os habitantes mantenham as portas das casas fechadas para que a jaguatirica não faça uma visita.
E se algum morador a vir, deve ligar a Polícia Ambiental, pelo número 190.
A suspeita de que a hipotética onça é a responsável pelas mortes é confirmada pela dona de casa Izabel Andrade dos Santos, 52 anos, a única que diz ter visto o animal.
Uma equipe do Corpo de Bombeiros esteve no local nesta terça-feira e, ao avaliar as características físicas de algumas vítimas, constatou que existe a possibilidade de se tratar de uma jaguatirica.
A desconfiança sobre a presença do felino começou na quinta-feira. Era cerca de 18h30 quando Izabel foi para o quintal da casa onde vive. Lá, ela se deparou com um animal diferente atacando o gato Pinininho, um de seus três animais de estimação.
Corajosa, ela não pensou duas vezes e pegou uma vassoura para tentar salvar o gato, mas o outro animal ameaçou atacá-la. Izabel correu para dentro de casa e Natasha, uma cadela, foi para o quintal socorrer Pinininho e acabou sendo morta também.
Quando alguém pergunta como é o animal, ela diz: “é maior que um gato, tem manchas marrom, pescoço peludo e o focinho é mais fino que o de um gato.”
Desde então, a vigilância é constante no bairro, por parte dos moradores. Muitos mantêm as portas das casas fechadas para evitar qualquer encontro inesperado com a jaguatirica.
Uma das exceções é o aposentado Antônio Galante, 67. Conhecido como seu Antônio, ele declara não ter medo de trombar com a onça pelo bairro.
“Homem é mais machão e não esquenta a cabeça. É a mulherada que tem medo.”
Contudo, ele revela que, se ficasse cara-a-cara com jaguatirica, correria o mais rápido possível.
Embora o assunto divirta alguns moradores, o encontro com o suposto animal pode ser perigoso. Por isso, alguns cuidados são necessários.
O 2º sargento Amílton Santana Lopes, do Corpo de Bombeiros, revela que esses animais costumam sair no período da noite para se alimentar. Por isso, é importante que os habitantes mantenham as portas das casas fechadas para que a jaguatirica não faça uma visita.
E se algum morador a vir, deve ligar a Polícia Ambiental, pelo número 190.
Fonte: O Diário do Paraná

Nenhum comentário:
Postar um comentário