
O promotor de vendas Anderson Roberto Pontes, de 29 anos, está indignado com a morte de seu amigo e colega de trabalho Clayton Ferreira de Souza. O jovem corintiano de 27 anos foi morto na confusão entre torcedores do Vasco e do Corinthians no fim da noite de quarta-feira (3). A briga entre as torcidas ocorreu na Marginal Tietê, nas proximidades da Ponte das Bandeiras, em São Paulo. “Ele era um cara pacato. Vivia para trabalhar e ver o Corinthians”, disse Pontes. Ele afirma que, assim como Clayton, é integrante da Gaviões da Fiel. Pontes não acredita que seu amigo, o único morto na confusão, possa ter contribuído para iniciar a briga. “Ele nunca gostou de briga. Isso posso garantir porque já fui a jogos com ele”, disse Pontes. A morte de Clayton, o caçula de sete irmãos, deixou a família revoltada. Só na tarde desta quinta-feira (4), os parentes identificaram o corpo no Instituto Médico-Legal. Ele morava com a mãe em uma casa na Vila Industrial, na Zona Leste de São Paulo.
Fontes: Agências
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