

Ao batizar em 2006 seu bloco carnavalesco de Harém, o empresário Alexandre Ktenas impôs ao projeto dois requisitos inegociáveis: "Temos que ter mais mulheres do que homens e só mulheres lindas". Para isso, distribuía de graça todos os abadás (camisetas-ingressos) femininos, "apenas para meninas bonitas".
Logo veio à tona uma falha no sistema. "Elas vendiam ou davam a peça para as amigas feias. Então decidimos inovar."
A inovação: neste ano, as beneficiadas pelo ingresso grátis que são recrutadas por olheiros e promoters em festas de axé e cadastradas com a honraria de "princesinha do Harém" são tatuadas com tinta colorida temporária às vésperas da folia. Assim, podem provar na entrada do bloco -que desfila à beira-mar em Salvador, no circuito conhecido como Barra-Ondina- que são elas mesmas.
"Nós tentamos antes fazer o controle por pulseirinhas, mas mulher é esperta, cortava e dava de presente para a amiga feia", diz Ktenas.
Para entrar (por uma única noite) no harém prometido, os homens pagam R$ 450 pelo abadá. "As outras mulheres ["feias'] também podem ir, mas têm que comprar abadá de homem. No final, tem muito mais mulher do que homem no bloco."
O teste do controle de público por tatuagem foi feito em micaretas (festas carnavalescas temporãs) e ajudou a projetar o bloco no circuito. Hoje, o Harém tem três grandes patrocinadores (uma marca de refrigerante, uma de cerveja e uma revista masculina) e esgotou rapidamente os 2.000 abadás -ante 2.500 que distribui. A camiseta-ingresso masculina chega a sair por R$ 600 no "câmbio negro".
Logo veio à tona uma falha no sistema. "Elas vendiam ou davam a peça para as amigas feias. Então decidimos inovar."
A inovação: neste ano, as beneficiadas pelo ingresso grátis que são recrutadas por olheiros e promoters em festas de axé e cadastradas com a honraria de "princesinha do Harém" são tatuadas com tinta colorida temporária às vésperas da folia. Assim, podem provar na entrada do bloco -que desfila à beira-mar em Salvador, no circuito conhecido como Barra-Ondina- que são elas mesmas.
"Nós tentamos antes fazer o controle por pulseirinhas, mas mulher é esperta, cortava e dava de presente para a amiga feia", diz Ktenas.
Para entrar (por uma única noite) no harém prometido, os homens pagam R$ 450 pelo abadá. "As outras mulheres ["feias'] também podem ir, mas têm que comprar abadá de homem. No final, tem muito mais mulher do que homem no bloco."
O teste do controle de público por tatuagem foi feito em micaretas (festas carnavalescas temporãs) e ajudou a projetar o bloco no circuito. Hoje, o Harém tem três grandes patrocinadores (uma marca de refrigerante, uma de cerveja e uma revista masculina) e esgotou rapidamente os 2.000 abadás -ante 2.500 que distribui. A camiseta-ingresso masculina chega a sair por R$ 600 no "câmbio negro".
Fontes: C 13 e Agências
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