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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Nayara diz que não perdoa Lindemberg pela morte de Eloá


Nayara Silva não quer voltar para a escola e diz que tem medo de um dia reencontrar Lindemberg. Na tarde de sábado (1º), a adolescente falou ao Fantástico sobre os quatro dias em que esteve à mercê de um jovem frustrado e violento.
A testemunha-chave do seqüestro que chocou o Brasil revela o que aconteceu dentro de um apartamento em um conjunto habitacional de Santo André, no ABC. Ela diz que desde o começo Lindemberg afirmava que tinha propósitos definidos. "Ele falava que tinha entrado ali para matar a Eloá e se matar", conta.

A adolescente diz que Eloá propôs reatar o namoro, mas Lindemberg não aceitou. "Ele dizia: 'você vai voltar comigo por medo, e eu não quero isso'. Falava: 'eu não quero mais ficar com você. Eu vim aqui para te matar e eu vou te matar", afirma.
Segundo Nayara, Eloá apanhou do ex-namorado e, apesar das agressões, o jovem tinha alterações repentinas de humor e tentava beijar a ex-namorada. Nayara diz que as tentativas de aproximação e de intimidade não foram além.
Após o pedido das jovens, os dois amigos que estavam no apartamento foram liberados ainda na segunda-feira (13). Nayara diz que ela foi libertada no dia seguinte após contar para Lindemberg que não encontrava o pai havia um ano.
"Aí ele ligou e conversou com o meu pai e falou que ia dar uma segunda chance pra ele. Que ele ia me libertar e ele ia ter chance de ser meu pai de verdade". A adolescente diz que a libertação não tinha relação direta com o corte da eletricidade do apartamento, segundo o seqüestrador.

Volta ao cativeiro
Libertada, a adolescente prestou depoimento e voltou para casa, onde foi buscada no dia seguinte. Lindemberg exigia que Nayara e Douglas, irmão de Eloá, fossem até o prédio. Era uma condição para o fim do seqüestro, que já durava quatro dias. "Não sei se eu queria ir. Mas eu não discuti", relembra. A amiga de Eloá conta que nenhum policial pediu autorização a sua mãe para que ela retornasse ao local. Conta também que não foi orientada para evitar aproximação. "Pelo menos que tivesse aconselhado. Dado algumas dicas, tipo 'se ele começar a falar para você se aproximar, você não se aproxima. Tenta recuar', alguma coisa desse tipo, não é?", lembra a adolescente. Ela lembra ainda que não foi alertada para a possibilidade de Lindemberg não cumprir com o que tinha combinado. "Eu acho que eles deveriam ter cogitado essa hipótese, porque ele falou muita coisa e não cumpriu, né?", disse. Com a amiga sob ameaça de uma arma, ela acabou entrando no apartamento. Naquela noite, Eloá teve uma crise nervosa. "Ela começou a gritar e pedir a ele para matar ela, matar ela (sic). Aí ele pegou e apontou a arma pra mim. Aí como ela não parava de gritar, ele me deu dois tapas no rosto. Mas foi tapa leve, mais para assustar ela do que para me machucar. Foi onde ela começou a se acalmar", disse.
Barbie
Horas depois, Eloá e Lindemberg voltaram a discutir. Nayara fingia que dormia, e ouviu Lindemberg dizer que mataria a "Barbie", a culpada pela separação. "Barbie" é o apelido de Nayara. Na opinião da adolescente, o dia mais calmo no cativeiro foi a sexta-feira, quando ocorreu o desfecho do seqüestro. "Porque ele estava garantindo que ia sair todo mundo". Horas antes do fim trágico, Lindemberg mandou as meninas se agasalharem, porque elas seriam libertadas naquela tarde. "Aí ele já falou: 'Eu não vou sair. Só vocês duas vão sair'. Aí ele já começou: 'Vai Eloá, desembucha. Quem tirou você de mim? Foi a Barbie? Foi a professora?' A professora, no caso, é minha mãe", disse. Segundo ela, Lindemberg buscava alguém para culpar pelo fim do relacionamento. Pouco tempo depois, o seqüestrador conversou com o negociador pelo telefone, colocou a mesa para travar a porta do apartamento e houve a explosão. Nayara diz ter certeza de que Lindemberg não fez qualquer disparo minutos antes da invasão. As 100 horas de seqüestro terminaram com Lindemberg preso e Eloá morta em conseqüência do tiro que recebeu na cabeça, além de outro na virilha. Nayara recebeu um tiro no rosto, passou por cirurgia e se recupera do trauma longe de Santo André. Diz não sentir raiva de Lindemberg, mas tem medo e diz não perdoá-lo pela morte da amiga. "Eu não tenho raiva. Eu só não perdôo ele pelo que ele fez com a Eloá. Não por ele ter atirado em mim, mas por ele ter tirado a vida de uma pessoa maravilhosa. Ele pode ficar 30 anos na cadeia. No dia em que eu souber que ele vai sair, pode-se dizer que eu vou estar morrendo de medo", disse.
Análise das declarações
A Polícia Militar de São Paulo informou que vai solicitar à Rede Globo a íntegra da entrevista de Nayara, para análise de suas declarações. A Polícia informou também que todos os esclarecimentos sobre o episódio já foram prestados pelos policias do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) nos dois inquéritos policiais - civil e militar - que apuram as responsabilidades sobre o caso de Santo André.
Fontes: Agências

Prefeita eleita no Ceará pode ganhar mais que Lula


A prefeita eleita de Tianguá (CE), Natália Felix Frota (PMDB), 23 anos, pode ter a maior remuneração entre os chefes de executivo municipal. O salário seria, inclusive, maior do que o salário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Natália foi eleita no primeiro turno na cidade que tem uma população de 68 mil habitantes. Com o projeto de lei, que prevê o aumento do salário, aprovado na Câmara Municipal, a remuneração passará de R$ 12 mil para R$ 15.849. O valor é superior ao salário da prefeita reeleita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT), que recebe R$ 12,9 mil, do governador do Estado do Ceará, Cid Gomes (PSB), R$ 11,3 mil, e do presidente da república, R$ 11,4 mil. "Eu mesma só fui tomar conhecimento disso essa semana, quando li o jornal", comentou Natália. Ela é noiva do atual prefeito, Luis Menezes (PMDB). O futuro marido da prefeita eleita recebeu o projeto de lei aprovado pelos vereadores, mas disse que não sancionou a medida. "Não concordei com o aumento, mas não vetei, porque derrubariam meu veto na Câmara e aí preferi deixar o prazo transcorrer", justificou Menezes. A lei que prevê o aumento pode ser promulgada pelo presidente da Câmara, mesmo sem a sanção do prefeito. O vereador de oposição à atual administração e vice-presidente da Câmara, Carlos Beviláqua, disse que a proposta é absurda. "Eu pedi que isso fosse revisto. É um absurdo, eu vou até o Ministério Público pra ver isso", prometeu. O projeto de lei, se promulgado, vale para o período de 2009 a 2012. Também está previsto o aumento para o vice-prefeito e secretários municipais, que podem passar a ganhar, respectivamente, R$ 7.920 e R$ 3.300.

Fontes: Agências

domingo, 2 de novembro de 2008

Hamilton tira título de Massa na última curva


Valeu Felipe Massa, para nós vc é o campeão



O título da temporada 2008 da Fórmula 1 é do inglês Lewis Hamilton, que com uma prova cautelosa terminou em quinto lugar, o suficiente para comandar a festa. O campeão do GP foi o brasileiro Felipe Massa, que já comemorava o seu primeiro título mundial quando, na última curva, Hamilton ultrapassou, conquistou o 5.o lugar e faturou a taça.
Hamilton chegou ao GP do Brasil com sete pontos de vantagem e encerra a temporada com apenas um (98 a 97) em relação ao rival. Com o título, Hamilton entra na história da categoria como o mais novo campeão da história. No dia de suas conquista, o inglês soma exatamente 23 anos, 9 meses e 26 dias, cerca de três meses a menos do que a idade do espanhol Fernando Alonso na conquista de seu primeiro título, em 2005: 24 anos, 1 mês e 27 dias.
Fora isso, a Inglaterra tem dois motivos para festejar ainda mais. Há 12 um piloto do país não vencia o título da categoria: o último foi Damon Hill, com a Williams. Já a McLaren, que tem sede na Inglaterra, não ganhava o titulo do Mundial de Pilotos desde 1999, com o finlandês Kimi Raikkonen.
Para a escuderia italiana, fica o gosto amargo. Durante a temporada, a equipe acumulou erros, dos quais o mais notável ocorreu no GP de Cingapura, quando a mangueira de reabastecimento ficou presa no carro e prejudicou a prova de Massa.
O brasileiro Nelsinho Piquet, da Renault, rodou e se despediu sem completar voltas no seu 1º GP. O mesmo ocorreu com o escocês David Coulthard, que encerrou a carreira com um acidente envolvendo também o japonês Kazuki Nakajima.
Há cinco voltas do final, a chuva apertou e os carros voltaram aos boxes. O alemão Timo Glock, da Toyota, não parou e ganhou a posição de Hamilton, que voltou a ficar na quinta posição, o limite para ser campeão.


Fontes: Agências

Homem morre atingido por raio enquanto jogava futebol


Um homem de 38 anos morreu no final da manhã deste domingo ao ser atingido por um raio em Osasco, na região metropolitana de São Paulo, informou o Corpo de Bombeiros. Ele chegou a ser socorrido ao pronto-socorro de Vila Menck mas não resistiu à descarga elétrica.Segundo o Corpo de Bombeiros, Amilton Rodrigues dos Santos jogava futebol com amigos em um campo próximo ao km 18 da rodovia Anhanguera quando começou a trovoada.

Fontes: Agências

Depois da crise... Dado e Luana aparecem lindos e sorridentes




Na quarta-feira (22), Dado Dolabella e Luana Piovani terminaram o noivado em uma briga que tomou conta dos noticiários e culminou com a camareira Esmeralda de Souza Honório, de 62 anos, ferida. Agora, passados apenas 10 dias, os atores já sacudiram a poeira e deram a volta por cima.
Em seu site pessoal, depois de fazer um desabafo sobre o ocorrido, Luana deixou Dado de lado e publicou um ensaio fotográfico lindíssimo, chamado “Cinco Estrelas”. Dado também lamentou a briga em seu BlogLog, disse estar “triste e arrependido”, mas foi flagrado distribuindo sorrisos pelo Leblon, enquanto fazia compras para sua casa.
No ensaio de Luana, a atriz aparece em um quarto, fazendo charme em cima da cama e com um travesseiro, poderosa de óculos escuros e em um vestido vermelho e até mesmo bem simples, de camisa regata branca e cabelos presos. As fotos, feitas em um luxuoso hotel carioca, foram clicadas por Marcos Peres.


Fontes: C 13 e Agências

Casa de cabo da Marinha era paiol de munições


Duas pessoas foram presas e mais de 5 mil munições de diversos calibres, além de duas espingardas, três revólveres e três pistolas, apreendidos no início da tarde de ontem, no Boqueirão. O arsenal estava na casa de um cabo da Marinha, que não teve o nome divulgado.
Policiais da Rondas Ostensivas de Natureza Especial (Rone) chegaram até a casa onde estavam as armas depois de prenderem o músico profissional Saulo Souza de Oliveira, 40 anos, com uma pistola 9 milímetros, comprada do cabo, de manhã.Segundo o tenente Alves, comandante da Rone, sua equipe suspeitou de Saulo, que dirigia o Celta placa MCH-5228. “Quando ele viu a viatura começou a andar mais rápido. Resolvemos abordá-lo e encontramos a pistola”, contou o tenente.
Segundo ele, o músico contou que havia recém-comprado a arma, por R$ 1.500,00, em uma casa, da Rua Diogo Mugiatti. “Fomos atendidos pelo cabo da Marinha, que confirmou que havia vendido a arma e que teria mais armamento em casa”, completou o tenente.Na casa foram apreendidos duas espingardas calibres 16 e 357, três revólveres calibre 38 e duas pistolas, calibres 765 e ponto 45. Além de duas máquinas de recarga e milhares de ponta de munição usadas, que seria reutilizadas na fabricação de novos projéteis. Os dois foram encaminhados para o 7.º Distrito Policial (Vila Hauer) e em seguida transferidos para a Superintendência da Polícia Federal.

o Estado do Paraná

Tragédia na região. Avião da família Romera, de Arapongas, cai em Paranavaí e cinco pessoas morrem


Foi identificada como Silomar Romera, de 47 anos, a mulher que estava no avião bimotor que caiu, por volta das 11 horas deste domingo, no pátio da Escola Municipal Hilda Campano Santini, no Jardim Maringá, no centro de Paranavaí.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros e da Polícia Civil, quatro vítimas seriam integrantes da família Romera, tradicional em Arapongas, e o quinto morto é o piloto da aeronave. O delegado titular de Paranavaí, Marcolino Aparecido da Costa, relatou extra-oficialmente que , além de Silomar e o piloto, estariam a bordo do avião o garoto Lucas, João e Adriano Romera. A família tem indústria de móveis e lojas (Romera móveis - eletro - informática), com filiais em Apucarana, Arapongas e várias cidades do Paraná.
A família viajava de Rondonópolis (MT) com destino a Maringá. Populares relataram que o piloto estava a procura de uma pista de pouso. "Ele teria circulado na área já por algum tempo e, de forma heróica, teve o cuidado de tentar pousar no pátio da escola para não atingir residências. Havia uma criança no colo no avião", detalharam o delegado Marcolino Aparecido da Costa e o investigador Aécio Silveria, da Polícia Civil de Paranavaí.
Fonte: A Tribuna do Norte do Paraná



Em 2009, Maringá espera arrecadar R$ 23 mil por dia com multas de trânsito


Numa esquina do Centro de Maringá, uma cena um tanto comum: um carro estacionado sobre a faixa de pedestre, bloqueando a rampa de acesso para cadeirantes. Ao lado, um fiscal da Secretaria dos Transportes (Setran) anotando a placa, pronto para punir o proprietário do veículo pela infração.
Para conter abusos como esse, praticados por motoristas que não atendem aos apelos das campanhas educativas, os agentes de trânsito estão intensificado a fiscalização. O resultado disso é a previsão de que a Prefeitura de Maringá vai arrecadar, durante o ano de 2009, R$ 8,5 milhões apenas com a aplicação de multas.

Fonte: O Diário do Norte do Paraná

Em protesto, policiais civis pedem melhores condições de trabalho


Policiais civis de Maringá protestaram durante uma hora, no sábado (1º), em frente à 9ª Subdivisão Policial (SDP) de Maringá. A manifestação foi pacífica e aconteceu entre as 10 e 11 horas. Nessa uma hora, os trabalhos de escrivães e investigadores deram vez a um manifesto em prol de melhores salários e condições de trabalho. Protesto semelhante foi realizado em Londrina, Cascavel e Toledo.
A manifestação começou em frente ao prédio da 9ª SDP, na Avenida Mandacaru, com cerca de 30 pessoas, entre policiais e familiares. Apitos de plástico foram utilizados pela maioria para atrair a atenção de quem passava pelo local. Na segunda meia hora do protesto, com a mobilização ampliada para cerca de 60 pessoas, quase todos trajando camisetas pretas com o símbolo da corporação, caminharam pela ciclovia até a Avenida Mandacaru.
Os policiais carregavam faixas alusivas às promessas que, segundo eles, ainda não foram cumpridas pelo governador Roberto Requião (PMDB). "Queremos igual direito à aposentadoria concedida aos policiais militares e professores", eram os dizeres de uma das faixas. Nenhum dos oito delegados lotados na 9ª SDP participou da manifestação.
Reivindicação
Além de uma lei que regulamente a aposentadoria, os policiais exigem a aprovação do plano de cargos e salários e o aumento efetivo do quadro de servidores. Atualmente são 3.500 policiais em todo o Estado. Segundo o sindicato da categoria, o número deveria ser três vezes maior.
Perdas salariais nos últimos anos são o principal motivo do descontentamento. "Desde 2005, o governador (Roberto Requião) promete um plano de cargos e salários. Um investigador ganha pouco mais de R$ 1.800, menos de 20% do salário de um delegado de primeira classe", reclamou o escrivão Luiz Carlos Escarante, que está na Polícia Civil há cinco anos. "Há cerca de 15 anos os policiais ganhavam quase 60% do salário de um delegado", afirmou.
Segundo o investigador Nilson Américo, na corporação há oito ano, há outras reivindicação importantes em pauta, além do aumento salarial. "Lidamos com doentes e muitas vezes mexemos com sangue, mas não temos um adicional de insalubridade. Nossa profissão inclui risco de morte. Mesmo assim, não temos um adicional de periculosidade", justificou.
De acordo com lideranças do manifesto, o projeto de reestruturação da Polícia Civil, que contempla o plano de cargos e salários e a aposentadoria dos policiais, está parado na Casa Civil do Estado. Os manifestos, em Maringá e em Londrina, foram coordenados pelo Sindicato dos Policiais Civis de Londrina e Região (Sindipol), que está preparando um protesto estadual, para o dia 18, em frente ao Palácio do Iguaçu, em Curitiba.
Fonte: O Diário do Norte do Paraná

Avião cai em escola e mata cinco em Paranavaí


Cinco pessoas morreram na queda de um avião de pequeno porte em Paranavaí, a 90 quilômetros de Maringá, às 10h55 deste domingo. A aeronave caiu no pátio da Escola Hilda Campano Santini, no Jardim Maringá III, um dos mais populosos da cidade, tirando a vida do piloto e de quatro passageiros. Ninguém em terra se feriu.Como em toda a região, chovia intensamente em Paranavaí no momento do acidente. Como os tanques de combustível do monomotor estavam vazios, a primeira hipótese é de que houve pane seca.Moradores do bairro, que afirmam ter testemunhado o acidente, relatam que a hélice do avião não girava no momento da queda.Em função do mau tempo, o Corpo de Bombeiros de Paranavaí não descarta a possibilidade de, por falta de visibilidade, o piloto não ter localizado o aeroporto. Voou até a última gota de combustível e caiu a aproximadamente quatro quilômetros da pista de pouso.De acordo com os bombeiros, entre as vítimas estão quatro homens e uma mulher, ainda não identificados. Como não houve incêndio, os socorristas apontam a força do impacto como causa das mortes.O repórter fotográfico Ediglei Feitosa, que esteve no local instantes após o acidente, diz que, mesmo com a chuva forte, era grande o número de curiosos nos arredores da escola.“Ouvi os bombeiros comentando que o piloto teve o bom senso de encontrar um pátio para fazer o pouso forçado. Se tivesse pousado numa rua, a catástrofe poderia ter sido bem pior”, recordou o fotógrafo.A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) apurará as causas do desastre e a rota traçada pelo piloto. O plano de vôo ainda é desconhecido.Acompanhe em O Diário mais informações sobre esse acidente aéreo.

Fontes: O Diário do Norte do Paraná e Agências